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Campanha

Polo Petroquímico lança campanha contra soltura de balões

14/05/2019 | 16h05

Os balões representam o principal risco externo para o Polo Petroquímico, que registrou a queda de um balão por semana, em média, entre os meses de janeiro e março deste ano. Em razão disso, o Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC (COFIP ABC) e o Plano de Auxílio Mútuo Capuava (PAM Capuava) lançam a companha “Balões: Perigo e Crime”.

Com realização até julho, a iniciativa conta com distribuição de panfletos e divulgação de vídeo animado (https://youtu.be/j8DAIZAT05s) nas redes sociais. As peças da campanha enfatizam que fabricar, comercializar, transportar e soltar balões são ações criminosas, passíveis de punição, que pode chegar a três anos de detenção, conforme a lei federal 9.605 (Lei de Crimes Ambientais).

O foco da campanha é alertar sobre os perigos desta prática criminosa. “Além do risco de gerar queimadas e incêndios, um balão aceso pode atingir cabos de energia elétrica e provocar grandes apagões”, explica Valdemar Conti, vice-coordenador do PAM Capuava. O balão também oferece perigo à aviação – ao se chocar com um avião, o artefato pode ser sugado pela turbina, o que gera o risco de queda da aeronave.

Indicadores – De 2001 a 2018, mais de 1.300 ocorrências com balões já foram registradas no complexo industrial, conforme os indicadores do PAM Capuava. Houve 99 quedas de balões em 2015, contra 85 em 2016, 83 em 2017 e 123 em 2018. “O ano passado atingiu a segunda maior marca já registrada. O pico ocorreu em 2014, com o registro de 207 balões”, aponta Conti.

Em alerta – Quando um balão é avistado em rota de queda na região do Polo, os brigadistas acionam o sistema interno de comunicação para fazer o alerta e podem atuar com rapidez por meio de vias que interligam as plantas industriais. Em viaturas equipadas com canhões, que podem ser acoplados a qualquer linha da rede de hidrante, é possível abater o balão ainda no ar.

Para fazer uma denúncia anônima sobre soltura de balões, a recomendação é ligar para o Disque Denúncia (181) ou para a Polícia Militar (190).



Fonte: Redação/Assessoria
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