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Energia eólica

Nos próximos cinco anos a energia eólica poderá gerar 3,3 milhões de novos empregos

30/04/2021 | 16h37
Nos próximos cinco anos a energia eólica poderá gerar 3,3 milhões de novos empregos
Divulgação Divulgação

Uma oova análise do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) mostra que 3,3 milhões de novos empregos em energia eólica podem ser criados globalmente nos próximos cinco anos, graças ao enorme crescimento dessa indústria. O número inclui empregos diretos na eólica onshore e offshore e abrange toda a cadeia de valor do setor: planejamento e desenvolvimento de projetos; fabricação; instalação; operação e manutenção (O&M); e descomissionamento.

Com 751 GW de capacidade já instalada, a indústria eólica gerou quase 1,2 milhão de empregos em todo o mundo até o momento de acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável. Os principais países que usam a energia eólica no mundo são os que oferecem centenas de milhares de novos empregos diretos. Em 2020, havia aproximadamente 550 mil trabalhadores em energia eólica na China, 260 mil no Brasil, 115 mil nos EUA e 63 mil na Índia, de acordo com uma pesquisa global da GWEC Market Intelligence.

A GWEC Market Intelligence prevê que 470 GW adicionais de capacidade eólica onshore e offshore serão instalados em todo o mundo entre 2021-2025. Com base nos cálculos de criação de empregos existentes, esse aumento na nova capacidade pode gerar 3,3 milhões de empregos sustentáveis e ao longo de projetos de 25 anos. Muitos desses trabalhos serão baseados localmente, tanto para a fase de construção e O&M dos projetos. A maioria desses empregos será criados em mercados eólicos de alto crescimento, incluindo China, EUA, Índia, Alemanha, Reino Unido, Brasil, França, Suécia, Espanha, África do Sul e Taiwan.

Ben Backwell, CEO da GWEC comentou: “A indústria eólica tem um forte histórico de criação de empregos de alta qualidade e de longo prazo. Enquanto o mundo ainda sofre com os impactos da pandemia da COVID-19, os governos devem olhar para o setor eólico como uma indústria-chave para criar os empregos de que precisam para colocar suas economias de volta nos trilhos ”.

 



Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria
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