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Economia

Gasolina e etanol foram responsáveis por 41% da alta de 0,20% do IPC-Fipe

13/05/2019 | 10h34

Apesar da desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mede a inflação na capital paulista, o coordenador do índice, Guilherme Moreira, destaca a alta forte dos combustíveis na primeira quadrissemana de maio, que deve ser um dos responsáveis do leve avanço esperado para o indicador fechado do mês, para 0,31%.

Na primeira leitura de maio, o IPC-Fipe passou de 0,29% para 0,20%. O que conduziu o alívio foi Alimentação (0,23% para -0,14%), que mostra dissipação do choque de in natura e do feijão.

Por outro lado, a gasolina foi o principal destaque de alta, passando de 2,36% para 2,79%, gerando impacto de 0,07 ponto porcentual sobre o índice, enquanto o etanol subiu de 0,77% para 2,62%, contribuindo com 0,01 ponto. Juntos, os dois combustíveis foram responsáveis por 41% da alta de 0,20% do IPC na primeira quadrissemana de maio. O grupo Transportes subiu de 0,58% para 0,77%.

"O etanol deveria começar a cair, mas as chuvas atrasaram a colheita. A parte dos combustíveis é o principal problema agora da inflação", diz Moreira.

Com esse comportamento, do biocombustível a relação dos preços do etanol e da gasolina voltou a superar a marca de 70%. Abaixo desse patamar, considera-se que é mais vantajoso abastecer com o biocombustível. Na primeira semana de maio, a relação subiu de 69,91% para 70,45%.

Outros fatores que devem conduzir a leve aceleração do IPC-Fipe entre abril e maio são os preços de passagens aéreas e energia elétrica, segundo o coordenador do índice, apesar do esperado alívio nos preços de alimentos.

No caso das passagens aéreas, Moreira cita o impacto da crise da Avianca sobre os preços. Na primeira quadrissemana de maio, o item subiu de 1,41% para 3,64%. Na primeira quadrissemana, o grupo Despesas Pessoais teve alta de 0,33%, de 0,25% em abril.

Já a energia elétrica vai passar incorporar no fim do mês o aumento dos tributos na conta de luz dos consumidores paulistanos em maio, além do acionamento da bandeira amarela. O Cofins subiu 17,07% e o PIS/Pasep teve alta de 16,44%, o que deve gerar impacto 0,03 ponto sobre o índice entre maio e junho. Já a bandeira amarela deve ter efeito de alta de 0,07 ponto entre os dois meses. Na primeira quadrissemana do mês, o grupo mostrou queda de 0,02%, de 0,07% em abril.

Para Transportes, a expectativa para maio é de 0,73%. Despesas Pessoais deve ter alta de 0,65%, enquanto Habitação deve avançar para 0,14%. Já a expectativa para Alimentação é de aumento de 0,14%.



Fonte: Udop, 13/05/2019
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