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Meio ambiente

Equinor participa da agenda do desenvolvimento sustentável e do combate ao desmatamento na Amazônia

09/07/2020 | 09h30
Equinor participa da agenda do desenvolvimento sustentável e do combate ao desmatamento na Amazônia
Divulgação Divulgação

A Equinor é uma das empresas signatárias do manifesto em defesa da agenda do desenvolvimento sustentável e do combate ao desmatamento na Amazônia, endereçado ao vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão. A empresa norueguesa está engajada nessa iniciativa ao lado de um grupo de companhias e grupos empresariais dos setores industrial, agrícola e de serviços, além de instituições, entre elas o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), do qual a Equinor é associada. Além do Governo Federal, o documento também foi enviado ao
InstitucionalSupremo Tribunal Federal, ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados e à Procuradoria Geral da República (PGR).

Ao defender o combate ao desmatamento ilegal na Amazônia e o desenvolvimento sustentável, a Equinor reconhece que proteger as florestas é uma das ferramentas mais importantes para combater as mudanças climáticas. "O Brasil possui enormes reservas de petróleo e gás e alto potencial de desenvolvimento de energias renováveis, como solar e eólica. O país é uma das três principais áreas da Equinor e onde cresceremos significativamente. Nossos negócios no Brasil são baseados nos princípios do desenvolvimento sustentável, e essa agenda é fundamental para nossa estratégia de longo prazo.", lembra Paulo Van der Ven, VP de Sustentabilidade da Equinor Brasil.

No manifesto, as empresas signatárias se colocam à disposição para contribuir em temas como:

· Combate inflexível e abrangente ao desmatamento ilegal na Amazônia e demais biomas brasileiros;

· Inclusão social e econômica de comunidades locais para garantir a preservação das florestas;

· Minimização do impacto ambiental no uso dos recursos naturais, buscando eficiência e produtividade nas atividades econômicas daí derivadas;

· Valorização e preservação da biodiversidade como parte integral das estratégias empresariais;

· Adoção de mecanismos de negociação de créditos de carbono;

· Direcionamento de financiamentos e investimentos para uma economia circular e de baixo carbono; e

· Pacotes de incentivos para a recuperação econômica dos efeitos da pandemia da COVID-19 condicionada a uma economia circular e de baixo carbono.

O documento finaliza ressaltando o grande potencial de recursos que o Brasil tem para avançar em direção a um futuro planejado e sustentável.



Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria
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