Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Energia elétrica

Consumo de energia elétrica na 1ª quinzena de fevereiro se mantém estável, aponta CCEE

23/02/2021 | 17h23

O consumo e a geração de energia elétrica na primeira quinzena de fevereiro de 2021 se mantiveram praticamente estáveis, com um leve aumento de 0,1% em comparação ao mesmo período de 2020. Os dados preliminares, que já consideram o montante importado de 1.045,34 MW médios, integram o boletim InfoMercado Quinzenal, publicado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE.

O Ambiente de Contratação Livre - ACL, no qual geradores, comercializadores e consumidores podem negociar preços e condições contratuais bilateralmente entre si, registrou crescimento de 6,3%, enquanto o Ambiente de Contratação Regulada - ACR, no qual a compra e venda de energia são feitas pelas distribuidoras, caiu 2,7% em relação ao mesmo período de 2020. Os resultados foram impulsionados, em parte, pela migração de consumidores entre os mercados. Se desconsiderarmos esse fator, o ACR recuou 0,5% e o ACL cresceu menos, cerca de 1,3%.

Publicidade

Ramos de atividades

Na análise dos setores econômicos feita pela CCEE, os ramos relacionados à indústria e ao comércio exterior mantiveram alta. Como exemplo, temos os setores de extração de minerais metálicos (7,7%), minerais não-metálicos (6,8%), metalurgia e produtos de metal (4,1%) e químicos (3,5%). Os números expurgam os efeitos das novas cargas que ingressaram no mercado livre no último ano.

Já as atividades que possuem sinergia com a economia interna apontaram decréscimo na comparação com fevereiro de 2020, como é o caso de serviços e transporte, com quedas de 9,5% e 8,3% respectivamente. Não à toa, são também os ramos diretamente relacionados com o feriado de carnaval, suspenso na maioria das cidades.

Consumo nos estados

Na avaliação regional, o submercado Sul registrou redução de 4,7%. Na outra ponta, o Norte cresceu 3%. Entre os estados, apresentaram as maiores variações negativas Amapá (-25%), Rio Grande do Sul (-17%) e Distrito Federal (-22%). Vale ressaltar, porém, que os números foram influenciados pela ausência de dados de medição para o período, uma vez que a coleta é preliminar.

Divulgação

Destaque positivo para o estado do Pará que, representando 52% do consumo do Norte, apresentou alta de 9%. Ao aprofundar a análise neste estado, técnicos da CCEE observaram que os setores de extração de minerais metálicos e metalurgia e produtos de metal, com crescimento de 16,4% e 5,8% respectivamente, são em boa parte responsáveis pelo crescimento. Somados, estes setores respondem por 48% do consumo total.

Geração

Do ponto de vista da geração, destaque para as eólicas, que apresentaram, a exemplo do mês passado, alta expressiva. A fonte cresceu 55,2% em relação ao mesmo período do ano passado, seguida das térmicas (29,2%) e fotovoltaicas (10,7%). As usinas hidráulicas apresentaram uma redução de 8,7%.



Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria CCEE
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar