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Petrobras

Conheça a jornada científica da Petrobras no combate ao coronavírus até o momento

05/06/2020 | 16h37
Conheça a jornada científica da Petrobras no combate ao coronavírus até o momento
Agência Petrobras Agência Petrobras

O esforço coletivo dos especialistas da Petrobras engajados na frente científica de combate ao coronavírus deflagrou, em menos de dois meses, um movimento inédito na companhia: criou todo um ecossistema de estímulo a ideias criativas e inovadoras para enfrentamento da pandemia, mobilizando não só os colaboradores, mas também a comunidade acadêmica, instituições de pesquisa, organizações sociais e empresas.

O saldo tem sido expressivo: esse esforço coletivo capturou, até o momento, mais de 300 ideias (por meio de um exercício inicial de design thinking e da chamada de ideias, aberta a toda companhia). E o índice de aproveitamento foi considerável, depois de análise da relevância e do potencial de impacto na sociedade. As sugestões aproveitadas foram conectadas imediatamente a esteiras ágeis em andamento ou já implantadas.

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Motivados pelo senso de urgência e de solidariedade que o momento exige, esse time de especialistas é pautado por uma prioridade: direcionar sua capacidade técnica para ajudar a salvar vidas. Das primeiras reuniões de brainstorming, no final de março, à implementação de iniciativas como o desenvolvimento de ventiladores pulmonares de baixo custo, esse esforço vem ganhando cada vez mais musculatura e reúne, no momento, dezenas de empregados das mais diversas especialidades.

Com o objetivo de atuar na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, a equipe científica está hoje dividida em quatro grandes temas: ventiladores pulmonares mecânicos; tecnologias digitais (doação de capacidade computacional, aplicação de Business Intelligence e câmeras termográficas); testagem para o Covid-19, além da frente de operações & logística.

“Em nossas reuniões, destacamos sempre que nosso principal objetivo é salvar vidas e, nesse contexto, o tempo para implantação da solução é fundamental. A Petrobras conta com um excepcional corpo técnico e com uma capacidade de mobilização de recursos relevantes, além de toda a nossa rede de relacionamentos. Acreditamos que podemos direcionar esta energia e ajudar o país a atravessar esse desafio sem precedentes”, ressaltou o líder da Equipe Científica de Resposta, Antonio Vicente.

Modelo que veio para ficar

Todo esse esforço tem sido feito pelos times atuando remotamente em homeoffice, pautados por metodologias ágeis. Se a atuação remota, no início, parecia um empecilho, depois de pouco tempo se revelou uma oportunidade. O trabalho online imprimiu velocidade aos projetos – uma vez que os encontros não são reféns de trânsito, não dependem de viagens ou agendamento de hotéis, por exemplo. O mesmo vale para a interação com as empresas, universidades e parceiros: tudo é remoto, por videoconferência, e rápido, no ritmo veloz inerente ao mundo digital.

“Não tenho dúvidas que esse é um modelo que veio para ficar. O trabalho que temos desempenhado na frente científica é a tradução perfeita da metodologia ágil – com check point e acompanhamento diário, além de entregas rápidas. Projetos que poderiam durar meses estão apresentando resultados em poucas semanas”, disse o integrante da ECR, José André.

Resultados até aqui

No topo da lista das ideias enviadas, o tema “ventiladores pulmonares”, cruciais para atendimento a pacientes graves com Covid-19, recebeu maior quantidade de sugestões (18). Como desdobramento, a Petrobras está atuando em parceria com a Coppe-UFRJ no suporte ao desenvolvimento de protótipos que possam ser utilizados no tratamento da Covid-19. O modelo de ventiladores de baixo custo foi aprovado em testes de segurança pela Coppe e agora aguarda a segunda etapa de testes com pacientes de Covid-19.

Em paralelo, a Petrobras apoia a manutenção e a recuperação de ventiladores, em parceria com o Senai, e lançou seleção pública nacional, em parceria com o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), para o desenvolvimento dos ventiladores pulmonares, acelerando a sua produção e aumentando a sua disponibilidade no país.

Tecnologias digitais

Outra campeã de recebimento de ideias foi a frente de tecnologias digitais. A parceria com o Hospital das Clínicas, da USP, por exemplo, para desenvolvimento de plataforma inteligente com algoritmos capazes de detectar a presença do vírus em exames de Raio-X e tomografias computadorizadas, é fruto de sugestão enviada pelos colaboradores.

A utilização de câmeras térmicas para medição de temperatura também é resultado de sugestões encaminhadas pelos profissionais da companhia. A iniciativa já está evoluindo para a aplicação de inteligência artificial no reconhecimento de imagem em tempo real dos colaboradores.

Divulgação

Uso de supercomputadores e sistema inteligente

Nas primeiras reuniões de brainstorming das equipes, já começava a vir à tona uma série de ideias de rápida execução – e de impacto promissor. Uma delas foi a realocação da capacidade de processamento dos computadores de alto desempenho (HPC) – os chamados “supercomputadores” - para colaborar com pesquisas de combate ao coronavirus. O objetivo foi contribuir com a iniciativa Folding@home, coordenada por universidades estrangeiras, dedicada a estudar como o coronavírus se comporta no corpo humano e como a doença evolui, a partir da interação das proteínas virais, abrindo caminho para o desenvolvimento de medicamentos e vacinas.

Engajamento e propósito

Outro avanço obtido pela equipe científica foi a parceria com Firjan SENAI, que busca ampliar a capacidade de realização de testes de Covid-19 no país. A proposta em estudo é aumentar a eficiência dos testes padrão ouro de diagnóstico de coronavírus, com redução de custos, tornando as testagens acessíveis a um número maior de pessoas.

“É impressionante o engajamento e o comprometimento dos colegas em todas as frentes desse trabalho. Há um senso de propósito muito forte de usar o nosso conhecimento e colocá-lo à disposição da sociedade, nesse momento tão crítico como o que estamos vivendo”, observou o gerente executivo do Cenpes, Juliano Dantas. O Diretor de Transformação Digital e Inovação Nicolas Simone complementa: “O ponto positivo dessa crise que enfrentamos é estarmos unidos e focados para alcançar, por meio da inovação, soluções para o combate ao coronavírus. Não tem nada mais forte para nos mobilizar e unir, como coletividade, que um propósito comum”.



Fonte: Redação/Agência Petrobras
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