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Energia elétrica

Abastecimento: não há qualquer risco de déficit de energia no País, diz CMSE

11/01/2019 | 08h42

Durante reunião de ontem (10/01), os especialistas do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) do MME garantiram ao ministro Bento Albuquerque que não há qualquer risco de déficit de energia no País.

Ele recebeu informações e análises sobre as técnicas de monitoramento utilizadas pelos órgãos que compõem o CMSE e números expressivos sobre a expansão da capacidade instalada de geração de energia elétrica (7.220 MW) e de transmissão (3.558 KM), ocorridas em 2018. No total, o sistema conta com 162.840 MW de capacidade de geração e 145.298 km linhas de transmissão.

Bento Albuquerque aproveitou a reunião com todos os especialistas do setor elétrico, ligados ao MME, para falar de seus objetivos à frente da Pasta. Afirmou que pretende ampliar a previsibilidade na agenda de leilões de energia elétrica, petróleo e gás, e mineração, de modo a dar maior transparência ao calendário de leilões, a fim de aumentar a concorrência e os investimentos no Brasil.

O ministro citou sua preocupação em buscar maior integração entre setor elétrico e o energético. “O intuito é elaborar um portfólio com diretrizes para as agendas setoriais do MME, considerando governança, estabilidade, segurança jurídica, flexibilidade, coerência regulatória e transparência. Buscar segurança energética com menor custo e com a modernização do setor elétrico”, afirmou.

Outra questão, que pretende encaminhar, com brevidade, está relacionada ao risco hidrológico. “Eu gostaria que, nestes 30 primeiros dias, alcançássemos uma solução para o risco hidrológico. Evidentemente, que essa solução transcende uma vontade ou um consenso do Ministério, mas que sirva de base para discussão com os atores que fazem parte desse processo, particularmente o Legislativo”.

O ministro salientou que pretende aperfeiçoar as ações do MME, com o resgate das competências de elaboração de políticas públicas nos setores de sua atuação, com o fortalecimento das secretarias finalísticas e a introdução de uma nova abordagem de riscos e integridade.

Ao final da reunião, o ministro destacou que a Medida Provisória aprovada durante o período de transição, que definiu a nova estrutura de governo, incluiu novas atribuições ao Ministério de Minas e Energia, com políticas nacionais de sustentabilidade, de desenvolvimento econômico social e ambiental dos recursos elétricos, energéticos e minerais.

Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE)

Nota Informativa – 10 de janeiro de 2019

Condições Hidrometeorológicas: O Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS destacou que as condições hidrometeorológicas verificadas no mês de dezembro de 2018, refletidas em termos de Energia Natural Afluente – ENA bruta, foram inferiores à média histórica em todos os subsistemas, com exceção do Sul.

Energia Armazenada: A expectativa é que a energia armazenada nas regiões Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste cresça em comparação aos valores verificados no mês de dezembro de 2018, passando dos 27,6% para 34,1% e 39,8% para 49,3%, respectivamente, no final de janeiro. Para as regiões Sul e Norte, o armazenamento deve atingir 57,2% e 26,0%, próximos ao mês passado.

Análise de Risco: Para as próximas semanas de janeiro, a probabilidade é de pouca chuva, mas com garantia do abastecimento de energia e sem a necessidade de acionamento de usinas térmicas mais caras.

Expansão da Geração e Transmissão: Até o mês de dezembro de 2018 o crescimento da capacidade de geração de energia para o atendimento do SIN totalizou 7.220,1 MW no ano, somando 162.840 MW no total, com destaque para expansão dos parques eólicos brasileiros. Além disso, a geração distribuída atingiu 601 MW. Segundo o CMSE, o Brasil alcançou atualmente 145.298 km linhas de transmissão.



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