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Evento AmCham

Petrobras alcança sucesso em plano de reestruturação e abre novas perspectivas para o mercado

11/08/2017 | 19h51
Petrobras alcança sucesso em plano de reestruturação e abre novas perspectivas para o mercado
Cortesia AmCham Cortesia AmCham

Na última terça-feira, dia 8 de agosto, a AmCham Rio realizou evento sobre a retomada de crescimento e oportunidades de negócios com a Petrobras, no Hotel Hilton Copacabana. As palestras foram conduzidas por Hugo Repsold, diretor executivo de Assuntos Corporativos, e Eberaldo Neto, superintendente de Bens e Serviços para 120 executivos. Pedro Almeida, presidente da Câmara fez a abertura e a moderação ficou a cargo de Adyr Tourinho, vice-presidente do Comitê de Petróleo e Gás da AmCham Rio e diretor executivo da BHGE. Algar Telecom e Hilton Copacabana patrocinaram a iniciativa, nas categorias apresenta e copatrocínio, respectivamente.

O setor de Petróleo e Gás está passando por momento de otimismo por conta dos novos investimentos da Petrobras, e a expectativa da indústria é de crescimento e desenvolvimento no estado do Rio de Janeiro. Repsold ressaltou a importância do momento: “Eu acho que este é um momento muito oportuno para falar, mostrar alguns resultados e apontar numa direção promissora, importante, e que vai trazer grandes transformações e contínua evolução”.

Repsold falou sobre as quatro diretrizes consideradas primordiais neste processo de reestruturação do crescimento da Petrobras: segurança e compromisso com a vida; redução da alavancagem e saúde financeira; plano de negócios e evolução da Petrobras e suprimento de bens e serviços. Os palestrantes discorreram sobre os assuntos, destacando todos os pontos positivos da reorganização da empresa, com base nesses quatro pontos base.

“Para falar de segurança e de compromissos com a vida, elegemos o TAR, a Taxa de Acidentados Registráveis, que é um indicador muito bom, porque é comparável. Não só na indústria de óleo e gás, mas todas as empresas adotam esse indicador, então assim conseguimos avaliar como ele é medido, quais são os resultados e estabelecer não só o benchmarking, mas também a média, a evolução e as tendências”, explicou Repsold. O objetivo da empresa era reduzir a TAR de 2,2 em 2015 para 1,4 em 2018, porém em junho deste ano a taxa superou as expectativas com uma média de 1,1.

Uma das principais métricas estabelecidas no plano de negócios da Petrobras, a redução do nível de alavancagem (relação entre dívida e geração de caixa) tem o objetivo de devolver à empresa uma condição de saúde operacional e financeira: “A gente pegou e focou todos os esforços para reduzir esta alavancagem de 5,1 e trazer ela para 2,5 até 2018”, afirmou. No momento, o índice está em 3,2.

Segundo Repsold, tem variáveis que podem impactar muito o desempenho da Petrobras, variáveis exógenas ao preço do petróleo, da taxa de câmbio: “Nós tínhamos que estar preparados para lidar com isso. O que fizemos então foi pensar no plano de negócios, embasado em quatro pilares: reduzir custos, otimizar os investimentos, acertar a receita da companhia, e desinvestir em alguns ativos, trazendo parceiros para trabalhar com a gente, compartilhando os riscos e os investimentos, e assim aumentando a nossa capacidade de fazer, de investir e de melhorar o portfólio de ativos da empresa”, concluiu.

O executivo ressaltou a seletividade no uso do capital, o foco em atividades de alto valor agregado, capazes de trazer mais retorno no curto prazo e com a maior eficiência possível. As parcerias são estratégicas para aumentar a produção na Bacia de Campos e maximizar os resultados, segundo o executivo, que afirmou ser preciso focar no pré-sal.

Eberaldo Neto destacou a importância da nova organização da empresa em relação ao Suprimento de Bens e Serviços para os resultados “Pela primeira vez a Petrobras centralizou todas as contratações, e está abordando essa questão da cadeia de suprimentos de um modo diferente. A gente engloba desde o cadastro, relacionamento com os fornecedores, estratégia, aquisição, e assim por diante, até a penalização e elogio ao fornecedor. Ou seja, é algo extremamente desafiador, é algo sem paralelo na história de Petrobras, e a gente tinha que estabelecer uma maneira de trabalhar que fosse de sucesso”, explicou. Segundo ele, o objetivo não é uma área burocrática, mas sim uma que veja o negócio, que pense diferente a contratação da Petrobras, e os resultados já são visíveis.

 



Fonte: Redação/Assessoria Amcham
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