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Revista Brasileira de Tecnologia e Negócios de Petróleo, Gás, Petroquímica, Química Fina e Indústria do Plástico

Wärtsilä quer maior participação onshore

Por Cassiano Viana

Fonte: Da Redação

Data: 11/03/2010 13:56

Wärtsilä quer maior participação onshore
Fornecedora de equipamentos navais para construtores, armadores e operadores de embarcações e instalações offshore, a Wärtsilä Brasil realizou nesta quinta-feira (11), no Rio de Janeiro, seminário sobre aplicações para o segmento de óleo e gás. O evento contou com a presença de Tomas Ronn, um dos principais executivos do departamento de execução de projetos da Wärtsilä, Stefan Fálten, gerente de aplicação de compressão da companhia, Gil Viana, gerente geral de serviços e vendas, e Luiz Maggioni, gerente de Desenvolvimento de Negócios para a área de Energia, além de profissionais da Petrobras, Transpetro, Iesa, Gaia, TBG, Odebrecht e da PUC.

A atuação da Wärtsilä é expressiva no setor. A empresa tem participação em projetos em países como Hungria, Alemanha, Escandinávia, Indonésia, Turquia, Sudão, Índia e EUA. “Já fornecemos para o setor através de nossa unidade naval. Agora queremos uma participação maior no onshore brasileiro”, afirmou Maggioni.

Na ocasião, a empresa apresentou soluções como estações de bombeamento e de flare reduction (redução na queima de gás), além de seu portfólio de motores e geradores de energia. “Além da alta eficiência, flexibilidade na utilização de combustíveis e baixos níveis de emissões, são soluções que visam a otimização das plantas”, explicou.

No Brasil, os negócios da Wärtsilä estão a todo vapor. Em 2009, foram construídas três novas usinas, e os contratos de operação e manutenção das plantas de Viana (ES) e Geramar I e II, localizadas em Miranda do Norte (MA) também ficarão a cargo da empresa. Estas duas produzirão juntas, um total de 320 MW de potência elétrica à rede nacional, enquanto Viana ficará responsável por suprir 174 MW, energia suficiente para o abastecimento de 400 mil residências. Em Geramar I e II, com o acordo de pelo menos cinco anos de Operações e Manutenção (O & M), a Wärtsilä vai assumir a responsabilidade por todas as demandas das plantas.

“Apesar de parte dos equipamentos serem comprados no exterior, existem projetos para aumentar nosso conteúdo nacional”, comentou Maggioni.

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