acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Pré-sal

Custo de extração na Bacia de Santos pode atingir mínima de US$5/barril, diz Petrobras

10/09/2018 | 08h48

Institucional

Os custos de extração de petróleo na Bacia de Santos poderão atingir uma mínima histórica de 5 dólares por barril, mas o prazo para isso ocorrer dependerá do desenvolvimento da área conhecida como Cessão Onerosa, disse um executivo da Petrobras a repórteres na quarta-feira.

Grandes empresas de petróleo investiram muito dinheiro no Brasil, maior produtor da América Latina, para garantir suas participações na camada de pré-sal, onde bilhões de barris de petróleo estão armazenados sob uma espessa camada de sal. A vastidão dos recursos ajuda a reduzir os custos de extração, que já caíram para 6 dólares a 7 dólares por barril no campo de Lula, da Bacia de Santos, segundo Joelson Falcão Mendes, gerente-executivo de produção de petróleo em águas ultraprofundas da estatal. O campo de Lula, o mais produtivo do Brasil, tem produção média de 879 mil barris de petróleo por dia, e é operado pela Petrobras em um consórcio com a Shell e a Galp, de Portugal. Porém, chegar 5 dólares em Santos dependerá do ritmo dedesenvolvimento da área da Cessão Onerosa, concedida pelo governo em 2010 para a Petrobras realizar a extração de 5 bilhões de barris de petróleo e gás. Entretanto, o governo e a petroleira ainda estão discutindo sobre uma renegociação de contrato na área, também localizada na bacia de Santos. Mendes, que foi nomeado para o comitê que renegocia o contrato com o governo, não ofereceu mais detalhes sobre como isso afetaria os custos de extração.

Ele falou a jornalistas a bordo da plataforma P-66, que começou a produzir no campo de Lula no ano passado e tem a capacidade de processar 150 mil barris de petróleo por dia.

Entretanto, Mendes disse que a plataforma P-67, que deveria começar a produzir entre outubro e dezembro deste ano na parte norte do campo de Lula, poderia ser adiada para janeiro. Ele defendeu o tempo que a Petrobras levou para desenvolveráreas com logística complexa, observando que o consórcio estava terminando a fase de desenvolvimento do campo Lula, que foi descoberto em 2006.

"Se não tivessem ocorrido alguns atrasos na construção dos sistemas, o momento seria ainda melhor. Mas, de qualquer maneira, o momento é bastante interessante e extremamente competitivo em nível mundial", disse ele.



Fonte: Reuters, 10/09/2018
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar