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Petrobras

Conselho da Petrobras poderá sofrer poucas modificações em 2018, diz Parente

05/02/2018 | 15h47

O Conselho de Administração da Petrobras poderá sofrer poucas modificações neste ano, com o fim do mandato dos integrantes, afirmou nesta segunda-feira a jornalistas o presidente da companhia, Pedro Parente, ao sair de uma reunião sobre o tema com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

O Conselho da Petrobras é formado por sete representantes do acionista controlador (União), um dos acionistas ordinaristas, um dos acionistas preferencialistas e um dos funcionários. O mandato não pode ter mais de dois anos e são admitidas até três reeleições consecutivas.

“(Foi) mais uma visita para esclarecer que basicamente nós estaríamos renovando o Conselho, poucas modificações, se houverem modificações, mas podem haver”, disse Parente, ao deixar o prédio do Ministério de Minas e Energia em Brasília, explicando que a reunião com Coelho Filho foi rápida.

A Assembleia Geral de acionistas da petroleira para decidir sobre os novos mandatos de conselheiros será em abril.

O executivo evitou comentar quais as mudanças que poderão ocorrer no conselho, limitando-se a apontar que a conselheira que representa os funcionários, Betânia Coutinho, decidiu que não irá se candidatar à reeleição.

Parente destacou que o mandato dele como membro do conselho também precisa ser renovado para que ele possa cumprir seu atual mandato de presidente da companhia, que vai até abril de 2019.

Após a conversa com Coelho Filho, Parente afirmou que seguiria para um encontro com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, sobre o mesmo tema.

Parente explicou que a primeira reunião oficial entre Petrobras e governo sobre Cessão Onerosa acontecerá apenas em 7 de fevereiro, por integrantes dos grupos formados exclusivamente para as negociações.

O contrato da cessão de direitos, conhecido no setor como Cessão Onerosa, garantiu à Petrobras a produção, em uma determinada área, de até 5 bilhões de barris de óleo equivalente (boe). Mas uma renegociação do valor pago pela empresa na época, considerando variáveis como preço do barril e câmbio, estava prevista desde o início, depois que as áreas fossem declaradas comerciais.

Preços dos combustíveis

Ao ser questionado, Parente também negou que poderia deixar sua atual política de preços de combustíveis, que segue os valores de mercado internacional.

Com a recuperação dos preços do petróleo no mercado global, além de elevação de impostos e outros fatores, o diesel e a gasolina nos postos brasileiros passaram a bater recordes por diversas semanas consecutivas, desde o ano passado.

A atual política da Petrobras busca rentabilidade para a companhia, com reajustes quase que diários. No passado, em outras gestões, a empresa praticava preços inferiores aos do exterior, amargando prejuízos bilionários para ajudar o governo a segurar a inflação no país.

“A Petrobras não pode correr o risco de impor distorções ao seu balanço praticando preços que são diferentes da realidade de mercado internacional”, disse Parente aos jornalistas.

Ele frisou que os preços cobrados pela Petrobras nas refinarias representam apenas um terço do valor que chega aos consumidores finais nos postos.

“Um terço é a minoria do valor total... Certamente, eu diria, a questão não é a Petrobras”, afirmou.



Fonte: Reuters, 05/02/2018
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