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Forbes
13/03/2007 - Petrobras é 51ª entre 2 mil maiores empresas de capital aberto do mundoA Petrobras aparece no 51º lugar da lista das 2 mil maiores empresas de capital aberto do mundo elaborado pela revista americana Forbes, logo abaixo da Nestlé e quatro lugares acima da Microsoft. É a mais bem colocada entre as 19 companhias brasileiras que ingressaram na lista. Boa parte das empresas avaliadas é americana, mas o ranking engloba companhias de 55 países. A China e Hong Kong têm 36 representantes, e a Índia, 33. Para estabelecer o ranking, a revista diz usar uma metodologia capaz de mensurar o desempenho das empresas em vendas, lucros, ativos e valor de mercado. Argumenta que tomar apenas uma dessas variáveis não resultaria em um retrato fiel e usa o exemplo do Google para justificar a decisão. Em um ranking por vendas, a empresa de buscas na internet ficaria em piores posições, embora estivesse em 36º lugar numa lista por valor de mercado. Na relação da Forbes, o Google aparece na 439ª posição. A segunda empresa brasileira mais bem colocada na lista é o Banco do Brasil, na 176ª posição, seguido pelo Bradesco, em 187º lugar. Também aparecem Vale do Rio Doce (305), Itaúsa (375), Unibanco Group (388), Eletrobrás (504), Usiminas (844), CSN (857), Tele Norte Leste (876), Metalurgica Gerdau (1021), Embraer (1067), Cemig (1124), Braskem (1418), Brasil Telecom (1607), Aracruz Celulose (1623), CBD (Grupo Pão de Açúcar, 1690), Ipiranga (1743) e CPFL Energia (1858). O ranking da revista é liderado pelo Citigroup. Seguem-se, pela ordem, General Electric, Bank of America, AIG, HSBC, ExxonMobil, Royal Dutch/Shell, BP (ex-British Petroleum), JPMorgan Chase e UBS. A revista também calculou rankings com base em cada um dos quatro critérios usados na metodologia geral. Em vendas, a maior empresa de capital aberto é a americana ExxonMobil, cujo faturamento aumentou 24% em 2005. Seguem-se a varejista Wal-Mart e a Royal Dutch-Shell. A ExxonMobil também está no topo da lista de lucratividade, com um ganho recorde de US$ 36 bilhões no ano passado. Segundo a Forbes, os altos preços de petróleo e derivados impulsionaram os lucros das empresas do setor - tanto que a Royal Dutch-Shell vem em segundo lugar. A mesma ExxonMobil liderou a relação das maiores empresas por valor de mercado, com US$ 363 bilhões, seguida por General Electric e Microsoft. No ranking por ativos, as empresas financeiras dominam. A maior é o grupo britânico Barclays, seguido por UBS e Citigroup.
Certificação
13/03/2007 - Brasil se prepara para qualificar o biodiesel
Biocombustíveis
13/03/2007 - Dilma defende redes de pesquisa para o etanol
E&P
13/03/2007 - Produção privada de petróleo cresceu 48%
Gás natural
13/03/2007 - Petrobras paga US$ 32 milhões à BolíviaA Petrobras e seus sócios Andina, que tem participação da Repsol, e Total pagaram ontem US$ 32 milhões adicionais em royalties e impostos sobre a produção de gás nos campos de San Alberto e San Antonio, os maiores da Bolívia. A Petrobras pagou US$ 11,2 milhões, relativos à sua participação de 35%, enquanto a Total, com 15%, pagou US$ 4,8 milhões. O valor se refere à produção de novembro. Em nota divulgada ontem à noite, a estatal brasileira informou que o pagamento foi feito "sob protesto e com reserva de direitos". Ela informou que "lançará mão de todos os meios legais cabíveis para buscar ressarcimento do pagamento dessa cobrança que julga indevida". A cobrança, considerada "arbitrária" pela estatal se deve a um erro dos bolivianos, que até hoje não registraram em cartórios os 44 novos contratos firmados com 12 companhias de petróleo em outubro do ano passado, quando venceu o prazo de 180 dias estabelecido no Decreto Supremo que determinou o aumento da participação do governo na renda petroleira. O problema é que alguns anexos aos contratos - que estabelecem fórmulas complexas para determinar o imposto sobre a produção em cada campo, e que depende de uma série de variáveis - foram enviados ao Congresso com redação diferente da assinada pelas empresas. Outros erros primários, como o nome errado das empresas e de alguns campos de produção mencionados, levaram a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) a anunciar, no início de fevereiro, o adiamento do registro dos contratos em cartório. A trapalhada boliviana implica maiores desembolsos para as empresas que produzem gás. Isso porque os contratos que ainda não entraram em vigor estabelecem, através de uma complicada fórmula de cálculo, reduções na taxação. Ela deveria variar mensalmente, resultando imposto menor já que o novo acordo permite, por exemplo, amortizar investimentos. Isso reduziria, na prática, a taxação de 82% para níveis mais equilibrados. Sem os contratos, a nova fórmula não pode ser aplicada. A Petrobras, que é a operadora de San Alberto e San Antonio, com 35% de participação, vai cumprir a lei enquanto ela estiver vigente. Foi isso que afirmou um executivo da estatal brasileira. Sem muitas novidades na seara econômica, Morales recepcionou no fim de semana o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que fez um périplo pela América do Sul durante a visita do presidente americano George W. Bush à região. Do encontro saíram quatro acordos entre a venezuelana PDVSA e a YPFB com destaque para um tratado que prevê a criação da Organização de Países Produtores e Exportadores de Gás da América do Sul (Opegasur na sigla em espanhol).
Biocombustíveis
13/03/2007 - Lula e Bush voltam a tratar de etanol no dia 31, em WashingtonO presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou ontem que voltará a tratar da questão dos biocombustíveis e da relação com os Estados Unidos no fim deste mês. O Itamaraty confirmou a visita do presidente brasileiro no próximo dia 31 a Washington, capital norte-americana.
Etanol
13/03/2007 - Para Lula, transformação do álcool combustível em commodity é caminho irreversível
Etanol
12/03/2007 - ONU e movimentos sociais alertam para riscos sócio-ambientais da superprodução de cana
Álcool
12/03/2007 - Acordo do etanol salvou a passagem de Bush pelo Brasil
Petroquímica
12/03/2007 - Suzano descarta concentração em papel e celulose