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USP aprova a criação de mais 120 vagas em cursos de engenharia

Fonte: Redação/ Agências

Data: 29/06/2011 10:15



O Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (USP) aprovou na noite desta terça-feira (28) a criação de três novos cursos de engenharia no campus de Lorena, no interior de São Paulo, e o bacharelado em administração, na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), no campus de Piracicaba. Também foi aprovada a transferência da graduação de engenharia de petróleo da Escola Politécnica (Poli), em São Paulo, para Santos, no litoral.


Com a mudança, mais 120 novas vagas em engenharia e outras 40 em administração serão disponibilizadas no próximo vestibular da Fuvest, cuja primeira fase ocorre em 27 de novembro.


Em Lorena, serão 40 vagas para o curso noturno de engenharia de produção, 40 vagas para o curso diurno de engenharia ambiental e 40 vagas para engenharia física no período diurno, graduação inédita na USP.


Atualmente, a Escola de Engenharia de Lorena (EEL), criada em 2006, oferece quatro tipos de curso de engenharia: química (80 vagas no período diurno), industrial química (80 vagas no período noturno), materiais (40 vagas no período diurno) e bioquímica (40 vagas no período diurno).


Outra mudança que aprovada nesta terça é a substituição do curso de engenharia industrial química pelo de engenharia química. Atualmente, a universidade oferece somente a graduação de engenharia química no período diurno. Com a mudança, a EEL passará a disponibilizar160 vagas em engenharia química, sendo 80 durante o dia e 80 à noite.


Engenharia no litoral
 
 
O diretor da Poli, José Roberto Cardoso, disse que o curso terá em Santos as mesmas dez vagas que disponibiliza hoje em São Paulo. A meta, no entanto, é aumentar esse número para 50 em curto prazo. Em Santos, o curso funcionará num prédio no bairro Vila Matias, na região central da cidade, que já abrigou uma escola no passado.


De acordo com o diretor da Poli, a transferência preenche uma lacuna na cidade de Santos, que hoje não tem nenhuma unidade de uma universidade pública paulista. O objetivo, segundo Cardoso, é atender a demanda que será gerada pelo grande desenvolvimento da área de petróleo e gás que a Baixada Santista vai ter por causa da instalação da Petrobras, para a exploração do petróleo da camada pré-sal da Bacia de Santos.


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